para quando…

 

 

O amor voou levado pelo vento.

No vento arrefece sem o seu sol

num descontentamento libertador.

Voa cego pela noite fria sem saber onde parar

sem saber como voltar.

Não quer voltar!

Não tem para onde voltar.

Não quer voltar!

Permanece de olhos fechados na sua teimosa cegueira.

Quer ser cego,

Quer ser levado pelo vazio.

Tem saudades do sol.

Tem saudades do calor.

Não sabe onde ir…

Voa cego no gelo da noite,

Deixa-se levar pelo vento que o arrefece, ferido de morte.

Para quando o dia?

Para quando o calor que deixei de procurar?

Tremo… Tremo… Tremo…

Estou febril!

Tenho medo…

 
    by João

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