Mar. Tem o ir, o voltar e o lixo.

Há mar e mar, há ir e voltar…

A frase criada pelo poeta Alexandre O’Neill para uma campanha publicitária de prevenção por afogamento nos idos anos 80 pode ser utilizada para descrever o que atualmente acontece em praticamente todas as praias do mundo.

Não estou a falar de afogamentos. Estou a falar do lixo, do nosso lixo, que o mar devolve e se amontoa nas praias.

O que hoje me espantou, e me faz escrever isto, é o facto de a maré ter deixado na praia que tenho frequentado, noutras deve ser igual, restos dos muitos incêndios que tem acontecido por Portugal. Falo de Portugal por querer acreditar que não serão de outros países.

Seguem algumas fotos de hoje.

Não bastando o lixo urbano que se tem amontoado nos oceanos, ainda temos de dar mais uma contribuição puxando o fogo às matas que cobrem este país de verde.

Isto dá uma ideia da violência dos fogos.

Desejo que este tenha sido o último ano de fogos florestais, mas sei que para o ano tem mais por o lucro com os incêndios ser maior que o prejuízo.

O prejuízo é de todos nós, o lucro de uns quantos sem escrúpulos.

Assim se tem repetido ano após ano por eu o permitir por nada fazer, por todos nós o permitimos por nada fazermos…
Sejam felizes.

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